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Atenção a este apontamento.
Muitas das nossas acções não são precedidas do processo deliberativo. Dizemos/fazemos muitas coisas de forma intencional, porque as queremos dizer/fazer e para atingir um detemrinado objectivo, embora sem pensarmos nas consequências daquilo que estamos a dizer/fazer. Deliberamos, em muitos casos, após agirmos. E por isso nos arrependemos de ter falado/feito em vez de termos optado por ficar calados/quietos, apercebendo-nos da inconveniência ou do inoportuno. Não obstante, as acções humanas não deixam de o ser por não serem previamente ponderadas; elas continuam a ser intencionais mesmo sem deliberação.