Pages de Philosophie.
Manual, página 116, actividades.
Questão 2
Cada sujeito age em função de valores e normas morais que partilha com os outros em sociedade.
A realização das normas morais que adopta nas suas acções depende, no entanto, da sua escolha
consciente e livre, da sua deliberação e da sua decisão. A norma moral, embora contenha um carácter
prescritivo, não retira nem diminui a liberdade nem a responsabilidade do agente. Pelo contrário, exige
do agente a sua constante reflexão e procura de (boas) razões para agir deste ou daquele modo. Com
efeito, se as normas morais fossem definitivas, não seria necessário reformulá-las. Pode dizer-se que
as normas morais regulam a conduta moral, mas é a intencionalidade própria da conduta moral que
permite a evolução das normas morais.
Questão 3
Moral: conjunto de normas e de juízos morais vigentes em sociedade, que indicam aquilo que é esperado
e correcto fazer-se.
Ética (ou filosofia moral): reflexão sobre a moral, procurando os fundamentos últimos da acção humana.
(Ver Manual, página 114, A distinção entre ética e moral).
Manual, página 118, actividades.
Questão 1
Só se reconhecem como morais os actos que foram realizados de forma voluntária, consciente, intencional
e livre. Quando o agente da acção a realiza nestas condições, é pessoa, é um sujeito moral com consciencia
do bem e do mal e com capacidade de optar por um ou por outro rumo. Assume-se, assim, como um ser
único, livre, responsável, com dignidade e abertura ao outro.
Questão 3
A moralidade requer a presença de uma pessoa dotada de consciência moral. O seu desenvolvimento
está dependente da interiorização de normas e princípios morais que chegam até ao sujeito por intermédio
do outro. O conceito de outro é um conceito geral que inclui outros como a família, os amigos, a escola, a
comunidade ou a sociedade em geral.
É o outro que permite a construção do ser humano como pessoa e é da relação com o outro que surge a
moralidade.
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